Pode parecer irônico, mas várias empresas só agora estão descobrindo que o cliente existe. Para muitas, o dócil cliente quase sempre não passou de um mero apêndice nos negócios. Considerado talvez quase que um ‘mal necessário’. E ainda o é para um grande número de empreendimentos. Basta você se lembrar de como foi atendido nas últimas vezes em que se dispôs a comprar algo.
A globalização está mudando radicalmente este conceito ao gerar muita competição para a mesma necessidade do cliente. O cliente passou a ser rei, de verdade. É ele quem dá as cartas e dita as regras numa empresa. Mais até do que o próprio presidente. Entre o presidente da empresa e o cliente, não tenha dúvida, agrade o cliente. Com mais opções, ele pode escolher. E se pode escolher, a empresa que oferecer ‘mais’ por ‘menos’, leva. Ressalte-se que competitividade não é uma mera questão de preços baixos. É preciso incessantemente zelar pela qualidade dos serviços e dos produtos. Isto encanta o cliente. E o conquista. Mas lembre-se ainda que o seu amor é rebelde e inconstante, razão pela qual não basta conquistá-lo, é preciso fortalecer e manter esta relação.´
Houve uma época em que o cliente era submisso e a empresa simplesmente vendia. Hoje o cliente é mais exigente, tem consciência dos valores objetivos e subjetivos envolvidos numa negociação e leis que o protegem. Hoje, o cliente compra.
A empresa que não voltar seus esforços para este ‘rei’ dificilmente sobreviverá num mercado competitivo como o atual. É necessário ter consciência de que o cliente é a razão de ser de qualquer negócio. |